domingo, 25 de dezembro de 2011

Polícia & Justiça

Homicídios

A ouvidora do sistema de Segurança Pública, Eliana Fonseca, apresentou a taxa de letalidade em ocorrências policiais como uma demonstração de violência institucional. Delimitadas as operações da polícia paraense em um período de seis meses, o número de pessoas mortas nas ações chega a 93.

Dentro da Lei

No entanto, considerando a violência e a criminalidade que só aumentam de norte a sul do país, os números são razoáveis e não depõem contra a instituição policial. É bom ressaltar que para conter a violência são necessárias grandes doses de energia e de força para que a malandragem seja punida de forma enérgica.

Pior

Não é possível fazer omelete sem quebrar os ovos. Ninguém aceita ou incentiva a violência policial, ao contrário, ela é repudiada por todos. Entretanto, para a população é pior uma polícia acovardada, com medo de enfrentar fisicamente a bandidagem ou com receio de enfrentar o martelo do juiz no tribunal.

Braço forte

A polícia não pode dar refresco para a malandragem. Reagiu com violência, o malandro tem que sentir o braço forte da polícia, mas com a única finalidade de defender o povo. Policial que não tem coragem e vigor físico para acionar a arma que o estado lhe colocou nas mãos, dentro da legalidade, não serve para a profissão.

Respeito

Não há necessidade nenhuma de ficarem dando aulas de ética, estética, moral e civismo para os policiais. Delegados, capitães, tenentes, coronéis, investigadores, todos os que fazem a polícia têm profundo respeito pela vida humana.

Amazonia

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