Apesar de não ter revelado dados novos em relação aos já divulgados pela imprensa, o depoimento do delegado da Polícia Federal Raul Alexandre Marques de Souza à CPI do Cachoeira, nesta terça-feira (8), confirmou o envolvimento de parlamentares com a organização criminosa comandada pelo empresário. A avaliação foi feita por senadores e deputados que participaram da reunião secreta em que o delegado, responsável pela Operação Vegas, foi ouvido durante quase sete horas.
– Estou convencido: o senador Demóstenes era o braço político da organização, um dos principais braços políticos da organização – afirmou Randolfe Rodrigues, ao sair da sala, durante a audiência.
Para o senador, não há “possibilidade nenhuma” de que o Senado mantenha Demóstenes Torres (sem partido-GO) no cargo, depois do que foi revelado pelas operações da Polícia Federal. Pela manhã, o Conselho de Ética da Casa decidiu abrir processo de cassação contra Demóstenes, e o presidente do colegiado, senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) disse que uma decisão será tomada antes do recesso parlamentar, que começa em 18 de julho.
De acordo com os relatos de grande parte dos parlamentares que participaram da audiência, o depoimento do delegado também confirmou o envolvimento dos deputados Sandes Júnior (PP-GO) e Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) no esquema de Cachoeira, além da ligação entre o contraventor e a construtora Delta. A corrupção de agentes do governo foi outro ponto de destaque do depoimento.
– O resultado mais importante é que o delegado nos trouxe evidências claras dessa organização criminosa, seus tentáculos nas mais diversas esferas de governo, seja em governos municipais e estaduais, seja no governo federal – avaliou o relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT-MG).
O presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), disse esperar que o relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, acabe com o segredo de justiça das investigações. Apesar disso, afirmou que a CPI não fará um pedido formal nesse sentido, conforme desejam partidos como o PSDB.
– Eu já conversei com o ministro Lewandowski outras vezes por telefone e vamos continuar conversando sobre isso. No momento certo, a justiça determinará ou não o levante do sigilo – explicou Vital do Rêgo.
Procurador-geral
Ao longo da audiência, os parlamentares evitaram lançar suspeitas sobre o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, em razão da falta de continuidade da Operação Vegas, interrompida por envolver acusados com prerrogativa de foro. Houve, porém, cobranças de explicações da Procuradoria-geral da República (PGR).
A Operação Vegas foi iniciada em 2008 e, em setembro 2009, foi enviada à PGR em razão do foro por prerrogativa de função de pessoas que apareceram nas investigações. Um mês depois, a subprocuradora da República Cláudia Sampaio, esposa de Gurgel, teria respondido à Polícia Federal que não havia elementos suficientes para denunciar os envolvidos com foro privilegiado.
Para o senador Pedro Taques (PDT-MT), o fato não representa necessariamente suspeição do procurador-geral, mas é preciso esclarecer o motivo da falta de continuidade das investigações.
– Eu defendo que esta pergunta seja respondida: por que ficou parado? Pode ser por escrito ou ele [Gurgel] pode vir e responder isso – sugeriu o senador, que informou a possibilidade de apresentação de um requerimento para esse fim pelo senador Fernando Collor (PTB-AL).
Segundo o relator Odair Cunha, o tema merece reflexão, e uma decisão sobre a convocação de Gurgel pode ser tomada na próxima reunião administrativa da CPI, marcada para 17 de maio.
Agência Senado
quarta-feira, 9 de maio de 2012
90 presos são liberados para o Dia das Mães
Cerca de 90 detentos da Penitenciária Agrícola de Cucurunã serão liberados hoje (9) para passar o Dia das Mães em casa. A ordem foi expedida pela Justiça para os internos que cumprem regime semiaberto e apresentam bom comportamento.
Detentos de outros municípios que cumprem pena em Santarém, mas são de outra comarca como Óbidos, Juruti, Alenquer e Manaus também serão liberados durante sete dias. Eles devem retornar a prisão até às 14h da próxima terça-feira(15). Aqueles que não se apresentarem até quarta-feira (16), 24 horas após o prazo para o retorno, serão considerados foragidos da Justiça.
No Tapajós.
Detentos de outros municípios que cumprem pena em Santarém, mas são de outra comarca como Óbidos, Juruti, Alenquer e Manaus também serão liberados durante sete dias. Eles devem retornar a prisão até às 14h da próxima terça-feira(15). Aqueles que não se apresentarem até quarta-feira (16), 24 horas após o prazo para o retorno, serão considerados foragidos da Justiça.
No Tapajós.
CT Copa: FIFA solicita reforma em Colosso do Tapajós
Santarém - Depois de uma reunião no Rio de Janeiro com representantes da Federação Internacional de Futebol (FIFA), a prefeita de Santarém, Maria do Carmo apresentou a avaliação da FIFA quanto a vistoria realizada por técnicos do órgão no Colosso do Tapajós em fevereiro. A ação tinha o objetivo de verificar se o estádio poderia ser escolhido como centro de treinamento durante o campeonato mundial.
A inspeção constatou que o gramado não tem condições de receber seleções para a Copa de 2014. O comitê avaliou o gramado como antigo e sem qualidade, apesar do campo receber constante manutenção. A gestora municipal informou que deve buscar apoio do Ministério do Esporte para renovar totalmente a grama.
Outras considerações foram feitas pelo Comitê Organizador da Copa. Reformas em estruturas como vestiários, criação de uma sala de musculação, imprensa e uma nova iluminação foram exigidas. Apesar das observações a prefeita segue confiante na escolha do Colosso como subsede e deve adequar o local as orientações solicitadas pela FIFA.
No Tapajós.
A inspeção constatou que o gramado não tem condições de receber seleções para a Copa de 2014. O comitê avaliou o gramado como antigo e sem qualidade, apesar do campo receber constante manutenção. A gestora municipal informou que deve buscar apoio do Ministério do Esporte para renovar totalmente a grama.
Outras considerações foram feitas pelo Comitê Organizador da Copa. Reformas em estruturas como vestiários, criação de uma sala de musculação, imprensa e uma nova iluminação foram exigidas. Apesar das observações a prefeita segue confiante na escolha do Colosso como subsede e deve adequar o local as orientações solicitadas pela FIFA.
No Tapajós.
Vasco, Juninho e Argentina se reencontram, 14 anos depois
Por Thiago Fernandes
Direto de Buenos Aires
Considerado por muitos o gol mais importante da campanha do Vasco na conquista da Libertadores de 1998, o chute forte, em cobrança de falta, no ângulo, contra o River Plate, voltou com força à memória dos torcedores do clube nesta semana. E não é apenas porque o time encara uma equipe argentina (o Lanús) nas oitavas de final da edição deste ano, mas porque é a primeira vez que o autor do golaço está de volta a terras hermanas com a camisa do Vasco. Catorze anos mais velho, Juninho é ao mesmo tempo o símbolo de uma das maiores conquistados do clube e a esperança de que ela se repita esta temporada.
Juninho, sentado, durante treino do Vasco na Argentina (Foto: Thiago Fernandes / Globoesporte.com)As diferenças, obviamente, são muitas. Naquela época, Juninho ainda era um jovem de 23 anos buscando seu espaço no futebol. Na Libertadores, sequer era titular absoluto. Mas o gol que garantiu o empate por 1 a 1 (o time havia vencido o primeiro jogo por 1 a 0) e a vaga na final, mudou sua história no Vasco. De menino, Juninho virou o Reizinho na Colina. De aposta, se tornou esperança de títulos. Que vieram até sua saída conturbada no ano 2000. Doze anos depois, volta a ser depositada em seus pés a esperança de jogadas decisivas para buscar mais uma taça internacional para o Vasco.
As diferenças do Juninho de antes para o de agora não se limitam à idade e ao status com a torcida. Em 98, Juninho torcia para ser chamado para todos os jogos. Em 2012, foi poupado do primeiro jogo fora de casa e ficou fora dos outros dois por causa de uma cirurgia dentária. Apenas na fase decisiva foi convocado por Cristóvão Borges. A alegria de disputar o jogo internacional, entretanto, não foi suficiente para que fosse escalado para falar com a imprensa. Segundo a assessoria do clube, Juninho pediu para não dar entrevista antes do jogo. Porém, falou com a TV do Vasco sobre sua volta à Argentina com a camisa cruz-maltina:
Eu não posso dizer que penso todo momento nisso, mas sempre que eu encontro com algum torcedor do Vasco eles me lembram desse gol."Juninho- Eu não posso dizer que penso todo momento nisso, mas sempre que eu encontro com algum torcedor do Vasco eles me lembram desse gol. Nunca imaginei que se tornaria tão marcante esse gol. Eu sei que foi importante, mas estou jogando, jogando bem, e procuro fazer o melhor. Eu sei que fiquei na história, mas espero ter alguma coisa ainda para fazer.
E essa coisa a fazer, segundo o jogador, é conquistar mais títulos. Ele espera que, aos trinta e sete anos, ainda possa ser uma referência em campo, não só por sua história, mas também por seu futebol.
- Para mim, é monumental voltar ao Vasco e estar com trinta e sete anos jogando nesse nível. Nem eu acreditava que ia conseguir recuperar esse nível que eu consegui aqui no Vasco. A camisa parecia que esteve sempre comigo. Aliás, ela sempre esteve. Essa geração que ganhou a Copa do Brasil ficou na história também e merece o crédito de confiança da torcida. Antes de parar, gostaria de ser campeão pelo Vasco. Vou lutar para isso.
Felipe relembra momento do gol
Companheiro de Juninho em 1998 e também agora, Felipe diz que não costuma guardar muitas lembranças das partidas, mas recordou que essa partida contra o River foi muito especial para o time daquela época.
- A gente conseguiu uma vitória sensacional contra o River Plate, que tinha um bom time. O importante é que esses bons fluidos nos ajudem. Foi um jogo muito difícil. Todo mundo falava que era a final antecipada. O gol do Juninho nos ajudou a conseguir a classificação para a final. Foi um momento de muita alegria – relembra.
Com a vitória, por 2 a 1, conquistada em casa, o Gigante da Colina joga por um empate em Buenos Aires para se classificar. Caso o time argentino vença por 1 a 0 ou por dois gols de diferença, segue na competição. Vitória do Lanús por um gol, mas com o Vasco marcando dois ou mais gols (3 a 2, por exemplo) dá a vaga ao time carioca. Se a equipe da casa vencer também por 2 a 1, a decisão irá para os pênaltis. A Rede Globo transmite a partida ao vivo. Vasco e Lanús se enfrentam a partir das 22h (horário de Brasília).
Direto de Buenos Aires
Considerado por muitos o gol mais importante da campanha do Vasco na conquista da Libertadores de 1998, o chute forte, em cobrança de falta, no ângulo, contra o River Plate, voltou com força à memória dos torcedores do clube nesta semana. E não é apenas porque o time encara uma equipe argentina (o Lanús) nas oitavas de final da edição deste ano, mas porque é a primeira vez que o autor do golaço está de volta a terras hermanas com a camisa do Vasco. Catorze anos mais velho, Juninho é ao mesmo tempo o símbolo de uma das maiores conquistados do clube e a esperança de que ela se repita esta temporada.
Juninho, sentado, durante treino do Vasco na Argentina (Foto: Thiago Fernandes / Globoesporte.com)As diferenças, obviamente, são muitas. Naquela época, Juninho ainda era um jovem de 23 anos buscando seu espaço no futebol. Na Libertadores, sequer era titular absoluto. Mas o gol que garantiu o empate por 1 a 1 (o time havia vencido o primeiro jogo por 1 a 0) e a vaga na final, mudou sua história no Vasco. De menino, Juninho virou o Reizinho na Colina. De aposta, se tornou esperança de títulos. Que vieram até sua saída conturbada no ano 2000. Doze anos depois, volta a ser depositada em seus pés a esperança de jogadas decisivas para buscar mais uma taça internacional para o Vasco.
As diferenças do Juninho de antes para o de agora não se limitam à idade e ao status com a torcida. Em 98, Juninho torcia para ser chamado para todos os jogos. Em 2012, foi poupado do primeiro jogo fora de casa e ficou fora dos outros dois por causa de uma cirurgia dentária. Apenas na fase decisiva foi convocado por Cristóvão Borges. A alegria de disputar o jogo internacional, entretanto, não foi suficiente para que fosse escalado para falar com a imprensa. Segundo a assessoria do clube, Juninho pediu para não dar entrevista antes do jogo. Porém, falou com a TV do Vasco sobre sua volta à Argentina com a camisa cruz-maltina:
Eu não posso dizer que penso todo momento nisso, mas sempre que eu encontro com algum torcedor do Vasco eles me lembram desse gol."Juninho- Eu não posso dizer que penso todo momento nisso, mas sempre que eu encontro com algum torcedor do Vasco eles me lembram desse gol. Nunca imaginei que se tornaria tão marcante esse gol. Eu sei que foi importante, mas estou jogando, jogando bem, e procuro fazer o melhor. Eu sei que fiquei na história, mas espero ter alguma coisa ainda para fazer.
E essa coisa a fazer, segundo o jogador, é conquistar mais títulos. Ele espera que, aos trinta e sete anos, ainda possa ser uma referência em campo, não só por sua história, mas também por seu futebol.
- Para mim, é monumental voltar ao Vasco e estar com trinta e sete anos jogando nesse nível. Nem eu acreditava que ia conseguir recuperar esse nível que eu consegui aqui no Vasco. A camisa parecia que esteve sempre comigo. Aliás, ela sempre esteve. Essa geração que ganhou a Copa do Brasil ficou na história também e merece o crédito de confiança da torcida. Antes de parar, gostaria de ser campeão pelo Vasco. Vou lutar para isso.
Felipe relembra momento do gol
Companheiro de Juninho em 1998 e também agora, Felipe diz que não costuma guardar muitas lembranças das partidas, mas recordou que essa partida contra o River foi muito especial para o time daquela época.
- A gente conseguiu uma vitória sensacional contra o River Plate, que tinha um bom time. O importante é que esses bons fluidos nos ajudem. Foi um jogo muito difícil. Todo mundo falava que era a final antecipada. O gol do Juninho nos ajudou a conseguir a classificação para a final. Foi um momento de muita alegria – relembra.
Com a vitória, por 2 a 1, conquistada em casa, o Gigante da Colina joga por um empate em Buenos Aires para se classificar. Caso o time argentino vença por 1 a 0 ou por dois gols de diferença, segue na competição. Vitória do Lanús por um gol, mas com o Vasco marcando dois ou mais gols (3 a 2, por exemplo) dá a vaga ao time carioca. Se a equipe da casa vencer também por 2 a 1, a decisão irá para os pênaltis. A Rede Globo transmite a partida ao vivo. Vasco e Lanús se enfrentam a partir das 22h (horário de Brasília).
Motos
O número de motoqueiros só faz crescer no Brasil. São milhões de máquinas sobre duas rodas a circular pelas estradas e avenidas do País. As estatísticas sobre acidentes e mortes de motoqueiros é preocupante.
Segundo
O Brasil já é o segundo colocado em acidentes com mortes de motoqueiros no mundo inteiro. São quase oito pessoas mortas a cada 100 mil habitantes em acidentes de moto no Brasil. Mais de 13 mil mortos por ano no País.
Levantamento
O primeiro colocado em aaccidentes com mortes é o Paraguai. O levantamento demonstra o quanto é perigoso circular de moto. Uma queda de moto, mesmo em velocidade moderada provoca fraturas e lesões de toda ordem.
Sobreviventes
Não existe piloto de moto imune a acidentes. Mesmo os mais experientes e habilidosos acabam se machucando, às vezes, sozinhos, sem serem colhidos ou batidos por outros veículos.Já se chegou ao exagero de se afirmar que não existem motoqueiros, mas sobreviventes.
Prejudicados
De fato enfrentar o trânsito cada vez mais louco das grandes cidades, torna-se um exercício de sobrevivência diária. Sem contar as pessoas prejudicadas quando atropelam ou se envolvem em acidentes com motoqueiros, pois muitos deles são imprudentes, circulam sem capacetes e com o veículo em péssimas condições de manutenção.
Polícia & Justiça / Dol.
Segundo
O Brasil já é o segundo colocado em acidentes com mortes de motoqueiros no mundo inteiro. São quase oito pessoas mortas a cada 100 mil habitantes em acidentes de moto no Brasil. Mais de 13 mil mortos por ano no País.
Levantamento
O primeiro colocado em aaccidentes com mortes é o Paraguai. O levantamento demonstra o quanto é perigoso circular de moto. Uma queda de moto, mesmo em velocidade moderada provoca fraturas e lesões de toda ordem.
Sobreviventes
Não existe piloto de moto imune a acidentes. Mesmo os mais experientes e habilidosos acabam se machucando, às vezes, sozinhos, sem serem colhidos ou batidos por outros veículos.Já se chegou ao exagero de se afirmar que não existem motoqueiros, mas sobreviventes.
Prejudicados
De fato enfrentar o trânsito cada vez mais louco das grandes cidades, torna-se um exercício de sobrevivência diária. Sem contar as pessoas prejudicadas quando atropelam ou se envolvem em acidentes com motoqueiros, pois muitos deles são imprudentes, circulam sem capacetes e com o veículo em péssimas condições de manutenção.
Polícia & Justiça / Dol.
Paty quer equipe no ataque
Um dia após ter chegado à ponta da artilharia do Campeonato Paraense, igualando-se a Branco, do Águia, ambos com onze gols, o atacante do Cametá Rafael Paty afirmou, ontem, no hotel Paraíso, onde o time está concentrado, que o mais relevante no primeiro jogo da decisão do título estadual, contra o Remo, não foi nem ter aumentado sua marca na tabela de goleadores. "O que mais me satisfez foi ver nosso time jogando com vontade e conseguindo a vitória", declarou. Paty, no entanto, não deixou de admitir que ter seu nome entre os principais goleadores do Campeonato Paraense é um detalhe importante e honroso para a sua carreira.
"É evidente que todo atacante quer estar entre os artilheiros, afinal de contas isso dá visibilidade não só no futebol local, mas até em situação nacional", salientou. Para o artilheiro, o Mapará teve alguns pecados no primeiro confronto da decisão. "Erramos muitos passes, o que não é comum na equipe", disse. "Mesmo assim, pelo tempo que ficamos sem jogos oficiais, acho até que a quantidade de erros foi aceitável", avaliou o atacante, que fez uma previsão: "Acho que no segundo jogo nosso aproveitamento neste quesito será superior", previu.
Embora o Mapará tenha a vantagem de jogar pelo empate, Paty se diz contrário à ideia de o time entrar em campo pensando no regulamento. "Essa vantagem tem de ficar no vestiário. Acho que não vale apenas se beneficiar disso sem que o jogo já tenha acontecido", comentou.
O atacante deu a receita que ele julga ideal para que o time do Baixo Tocantins consiga chegar à meta de se tornar campeão estadual pela primeira vez em sua história. "Temos de jogar o jogo, como fizemos na segunda-feira. Nada de ficarmos pensando nessa situação de vantagem", ensinou.
O artilheiro lamentou o gol que perdeu e que poderia ter deixado o Cametá em situação mais confortável para o jogo de volta. Ele tentou explicar os motivos que o levaram a desperdiçar a chance de marcar o seu segundo gol e o terceiro do time na partida. "Juntou um monte de coisa naquela situação", recordou. "Uma delas foi a dúvida que tive em tentar o gol ou dar o passe para o companheiro mais próximo", prosseguiu. "O Adriano (goleiro do Remo) também teve o seu mérito, pois ele saiu bem, fechando o ângulo para o meu chute", concluiu.
Cartola fica atento à pressão do time grande
O presidente Orlando Peixoto assegurou, ontem, que o Cametá continuará prestigiando a arbitragem local para o jogo decisivo de domingo, contra o Remo, que apontará o campeão paraense da temporada. Na avaliação do dirigente, o Mapará não tem motivo para pedir a vinda de um apitador de outra federação. "Até agora a arbitragem daqui tem mostrado idoneidade", justificou. "Fizemos todos os nossos jogos com arbitragem local e em todos eles os árbitros escalados não comprometeram", prosseguiu Peixoto. Apesar de todos os elogios, o cartola assegurou que o Mapará está atento a qualquer manobra de bastidores para favorecer o adversário.
"Sabemos que a pressão é muito grande, por isso nossa vigilância deve ser ainda maior para evitar algum tipo de manobra que venha a prejudicar a nossa equipe", comentou. Peixoto lamentou o fato de o Mapará não ter conseguido uma vantagem maior para o segundo jogo da final do Paraense. "Chances não faltaram", lembrou. "Tivemos pelo menos umas duas oportunidades claras de aumentar a vantagem. Mas de qualquer maneira confiamos no trabalho que vem sendo feito pela comissão técnica e pelos jogadores", disse.
O presidente revelou que já conversou com o elenco para tratar de pagamento de premiação em caso de conquista do inédito título estadual. "Não vou falar de valores, pois fica uma coisa até ruim de comentar", alegou. Com relação à possibilidade de o Mapará vir a disputar a Série D do Brasileiro, caso seja campeão, Peixoto ratificou o que havia informado na semana passado, ou seja, de que o Mapará não abrirá mão do direito de disputar a competição. "Ainda mais agora que a CBF resolveu pagar as despesas", salientou. "Sem essa ajuda ficaria muito difícil, já que cada jogo fora não sai por menos de R$ 40 mil, mas tendo essa ‘mãozinha’ da confederação, sem dúvida que as coisas ficam bem mais fáceis", argumentou.
O dirigente observou que o clube tem seu elenco completo para participar do Nacional. "Podemos até perder um ou dois jogadores, mas a base pode ficar", disse. O presidente, porém, fez questão de salientar: "Primeiro estamos pensando no jogo de domingo, contra um adversário forte, que é favorito. Ainda não vencemos nada e temos o maior respeito pelo Remo, mas, com humildade, muito trabalho e a ajuda de Deus podemos superar o favoritismo do adversário e levantar o título", arrematou.
Amazônia.
"É evidente que todo atacante quer estar entre os artilheiros, afinal de contas isso dá visibilidade não só no futebol local, mas até em situação nacional", salientou. Para o artilheiro, o Mapará teve alguns pecados no primeiro confronto da decisão. "Erramos muitos passes, o que não é comum na equipe", disse. "Mesmo assim, pelo tempo que ficamos sem jogos oficiais, acho até que a quantidade de erros foi aceitável", avaliou o atacante, que fez uma previsão: "Acho que no segundo jogo nosso aproveitamento neste quesito será superior", previu.
Embora o Mapará tenha a vantagem de jogar pelo empate, Paty se diz contrário à ideia de o time entrar em campo pensando no regulamento. "Essa vantagem tem de ficar no vestiário. Acho que não vale apenas se beneficiar disso sem que o jogo já tenha acontecido", comentou.
O atacante deu a receita que ele julga ideal para que o time do Baixo Tocantins consiga chegar à meta de se tornar campeão estadual pela primeira vez em sua história. "Temos de jogar o jogo, como fizemos na segunda-feira. Nada de ficarmos pensando nessa situação de vantagem", ensinou.
O artilheiro lamentou o gol que perdeu e que poderia ter deixado o Cametá em situação mais confortável para o jogo de volta. Ele tentou explicar os motivos que o levaram a desperdiçar a chance de marcar o seu segundo gol e o terceiro do time na partida. "Juntou um monte de coisa naquela situação", recordou. "Uma delas foi a dúvida que tive em tentar o gol ou dar o passe para o companheiro mais próximo", prosseguiu. "O Adriano (goleiro do Remo) também teve o seu mérito, pois ele saiu bem, fechando o ângulo para o meu chute", concluiu.
Cartola fica atento à pressão do time grande
O presidente Orlando Peixoto assegurou, ontem, que o Cametá continuará prestigiando a arbitragem local para o jogo decisivo de domingo, contra o Remo, que apontará o campeão paraense da temporada. Na avaliação do dirigente, o Mapará não tem motivo para pedir a vinda de um apitador de outra federação. "Até agora a arbitragem daqui tem mostrado idoneidade", justificou. "Fizemos todos os nossos jogos com arbitragem local e em todos eles os árbitros escalados não comprometeram", prosseguiu Peixoto. Apesar de todos os elogios, o cartola assegurou que o Mapará está atento a qualquer manobra de bastidores para favorecer o adversário.
"Sabemos que a pressão é muito grande, por isso nossa vigilância deve ser ainda maior para evitar algum tipo de manobra que venha a prejudicar a nossa equipe", comentou. Peixoto lamentou o fato de o Mapará não ter conseguido uma vantagem maior para o segundo jogo da final do Paraense. "Chances não faltaram", lembrou. "Tivemos pelo menos umas duas oportunidades claras de aumentar a vantagem. Mas de qualquer maneira confiamos no trabalho que vem sendo feito pela comissão técnica e pelos jogadores", disse.
O presidente revelou que já conversou com o elenco para tratar de pagamento de premiação em caso de conquista do inédito título estadual. "Não vou falar de valores, pois fica uma coisa até ruim de comentar", alegou. Com relação à possibilidade de o Mapará vir a disputar a Série D do Brasileiro, caso seja campeão, Peixoto ratificou o que havia informado na semana passado, ou seja, de que o Mapará não abrirá mão do direito de disputar a competição. "Ainda mais agora que a CBF resolveu pagar as despesas", salientou. "Sem essa ajuda ficaria muito difícil, já que cada jogo fora não sai por menos de R$ 40 mil, mas tendo essa ‘mãozinha’ da confederação, sem dúvida que as coisas ficam bem mais fáceis", argumentou.
O dirigente observou que o clube tem seu elenco completo para participar do Nacional. "Podemos até perder um ou dois jogadores, mas a base pode ficar", disse. O presidente, porém, fez questão de salientar: "Primeiro estamos pensando no jogo de domingo, contra um adversário forte, que é favorito. Ainda não vencemos nada e temos o maior respeito pelo Remo, mas, com humildade, muito trabalho e a ajuda de Deus podemos superar o favoritismo do adversário e levantar o título", arrematou.
Amazônia.
Major e coronel querem cumprir pena no quartel
O major da reserva da Polícia Militar do Pará, José Maria Oliveira, condenado a 158 anos e quatro meses como um dos líderes do massacre de 19 trabalhadores rurais sem terra, em abril de 1996, no município de Eldorado dos Carajás, no sudeste paraense, apresentou-se na manhã de ontem, no Centro de Recuperação Especial Anastácio das Neves, no município de Santa Isabel, para cumprir a pena. Oliveira agora é vizinho de cela do coronel Mário Colares Pantoja, condenado no mesmo processo a 228 anos. Pantoja se apresentou anteontem após tomar ciência do mandado de prisão expedido contra ele pelo juíz Edmar Pereira, da 1a Vara do Tribunal do Júri de Belém.
Oliveira estava acompanhado do advogado Arnaldo Gama e foi recebido pelo vice-diretor da penitenciária, capitão Leonardo Franco Costa. Segundo Gama, o oficial está “tranquilo”, pois já aguardava a decisão da justiça. Gama começou a se movimentar para conseguir a transferência do major para um quartel da PM, onde em razão da idade e de alguns problemas de saúde, Oliveira teria condições de receber melhor tratamento do que na penitenciária. O benefício é previsto na legislação penal.
O advogado informou que no caso de Oliveira, ao contrário de Pantoja, ainda não há sentença com trânsito em julgado. Ou seja, ainda cabe um último recurso. Esse recurso é um pedido de habeas-corpus em favor do major que aguarda julgamento pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). “Estamos aguardando isso para entrar com outro recurso extraordinário no Supremo Tribunal Federal (STF)”, disse Gama.
Em entrevista ao DIÁRIO, o advogado Roberto Lauria, defensor do coronel Pantoja, foi taxativo: “é preciso avaliar se o coronel pode cumprir a pena na penitenciária ao lado de outros presos e se ele não corre nenhum risco”. Para Lauria, seria necessário o sistema penal fazer um levantamento para saber se esse risco de fato existe e se não seria melhor transferir o coronel para um batalhão da PM.
“Eu já protocolei no mesmo dia da prisão do coronel, ao juizado da 1a Vara do Tribunal do Júri, o pedido para que ele seja transferido. No quartel a alimentação é diferenciada, não é a mesma fornecida pelo sistema penal, e o coronel tem direito a banho de sol”, informou Lauria, acrescentando que Pantoja possui curso superior, bons antecedentes, e “não foi expulso” da PM. (Diário do Pará)
Oliveira estava acompanhado do advogado Arnaldo Gama e foi recebido pelo vice-diretor da penitenciária, capitão Leonardo Franco Costa. Segundo Gama, o oficial está “tranquilo”, pois já aguardava a decisão da justiça. Gama começou a se movimentar para conseguir a transferência do major para um quartel da PM, onde em razão da idade e de alguns problemas de saúde, Oliveira teria condições de receber melhor tratamento do que na penitenciária. O benefício é previsto na legislação penal.
O advogado informou que no caso de Oliveira, ao contrário de Pantoja, ainda não há sentença com trânsito em julgado. Ou seja, ainda cabe um último recurso. Esse recurso é um pedido de habeas-corpus em favor do major que aguarda julgamento pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). “Estamos aguardando isso para entrar com outro recurso extraordinário no Supremo Tribunal Federal (STF)”, disse Gama.
Em entrevista ao DIÁRIO, o advogado Roberto Lauria, defensor do coronel Pantoja, foi taxativo: “é preciso avaliar se o coronel pode cumprir a pena na penitenciária ao lado de outros presos e se ele não corre nenhum risco”. Para Lauria, seria necessário o sistema penal fazer um levantamento para saber se esse risco de fato existe e se não seria melhor transferir o coronel para um batalhão da PM.
“Eu já protocolei no mesmo dia da prisão do coronel, ao juizado da 1a Vara do Tribunal do Júri, o pedido para que ele seja transferido. No quartel a alimentação é diferenciada, não é a mesma fornecida pelo sistema penal, e o coronel tem direito a banho de sol”, informou Lauria, acrescentando que Pantoja possui curso superior, bons antecedentes, e “não foi expulso” da PM. (Diário do Pará)
Eleitor deve regularizar título até hoje
Quem ainda não tirou o título de eleitor ou tem pendências com a Justiça Eleitoral tem até hoje (9) para procurar o cartório mais próximo e resolver sua situação. Quem não fizer isso, ficará impedido de votar para prefeito e vereador em outubro.
O prazo que vence hoje foi estabelecido pelo calendário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e vale também para quem quer transferir seu local de votação para outro município ou zona eleitoral.
Eleitores com deficiência e idosos também têm até amanhã para pedir transferência para uma seção especial, de fácil acesso.
O interessado em tirar o título pela primeira vez deve procurar o cartório eleitoral de sua região levando carteira de identidade, certificado de quitação com o serviço militar (no caso de homem maior de 18 anos) e comprovante de residência.
Carteira de habilitação e passaporte não serão aceitos. Para pedir a transferência do título, basta levar o documento de identidade com foto e o comprovante do novo endereço.
No site do TSE, o eleitor pode tirar dúvidas sobre sua situação e consultar a lista dos locais de votação. (ABr)
O prazo que vence hoje foi estabelecido pelo calendário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e vale também para quem quer transferir seu local de votação para outro município ou zona eleitoral.
Eleitores com deficiência e idosos também têm até amanhã para pedir transferência para uma seção especial, de fácil acesso.
O interessado em tirar o título pela primeira vez deve procurar o cartório eleitoral de sua região levando carteira de identidade, certificado de quitação com o serviço militar (no caso de homem maior de 18 anos) e comprovante de residência.
Carteira de habilitação e passaporte não serão aceitos. Para pedir a transferência do título, basta levar o documento de identidade com foto e o comprovante do novo endereço.
No site do TSE, o eleitor pode tirar dúvidas sobre sua situação e consultar a lista dos locais de votação. (ABr)
terça-feira, 8 de maio de 2012
Roberval Davino é o novo técnico do Paysandu
A diretoria do Paysandu divulgou, na manhã desta terça-feira (8), que o treinador Roberval Davino é o novo treinador do Papão. Davino é conhecido do público torcedor paraense, já que em 2005 levou o Clube do Remo ao título da Série C do Campeonato Brasileiro.
Davino chega na quinta-feira (10) e traz junto a sua equipe técnica, incluindo auxiliar. Com isso, Lecheva, que foi remanejado para o cargo de auxiliar técnico, ainda não tem destino definido dentro da nova configuração do Bicolor.
Pela manhã, o Diário Online já tinha informado que o treinador alagoano era o mais cotado para o cargo, já que Flávio Araújo, atual comandante do Sampaio Correa, que até então era o preferido pelo Papão, não viu como vantajosa a mudança de clube. “Conversei com um amigo bem próximo do Flávio Araújo, o Sergio Papelim, e ele me informou que o valor oferecido pelo Paysandu é o mesmo que ele recebe no time maranhense, então a pressão que existiria sobre ele não compensaria”, conta uma fonte, que pediu sigilo.
A situação do treinador Pintado, outro que também era cotado para o cargo, também não avançou. já que ele tinha pedido R$ 80 mil para aceitar o emprego.
Davino nasceu em Maceió-AL. É treinador e ex-jogador de futebol. Como técnico já comandou 40 equipes, entre as principais estão o Brasiliense-DF (campeão candango em 2009), CRB-AL (vice-campeão alagoano em 1998), CSA-AL (campeão alagoano em 1996), Remo-PA (campeão brasileiro da Série C em 2005), Figueirense-SC (campeão catarinense em 2002), Sampaio Corrêa-MA, Araçatuba-SP (campeão paulista da Série A-2 em 1994), Vila Nova-GO (campeão brasileiro da Série C em 1996), Goiás-GO.
É autor, com Vinicius Saldanha, do livro "O Rugido do Leão (2006), que narra a campanha do Remo, Campeão Brasileiro em 2005.
(DOL)
Davino chega na quinta-feira (10) e traz junto a sua equipe técnica, incluindo auxiliar. Com isso, Lecheva, que foi remanejado para o cargo de auxiliar técnico, ainda não tem destino definido dentro da nova configuração do Bicolor.
Pela manhã, o Diário Online já tinha informado que o treinador alagoano era o mais cotado para o cargo, já que Flávio Araújo, atual comandante do Sampaio Correa, que até então era o preferido pelo Papão, não viu como vantajosa a mudança de clube. “Conversei com um amigo bem próximo do Flávio Araújo, o Sergio Papelim, e ele me informou que o valor oferecido pelo Paysandu é o mesmo que ele recebe no time maranhense, então a pressão que existiria sobre ele não compensaria”, conta uma fonte, que pediu sigilo.
A situação do treinador Pintado, outro que também era cotado para o cargo, também não avançou. já que ele tinha pedido R$ 80 mil para aceitar o emprego.
Davino nasceu em Maceió-AL. É treinador e ex-jogador de futebol. Como técnico já comandou 40 equipes, entre as principais estão o Brasiliense-DF (campeão candango em 2009), CRB-AL (vice-campeão alagoano em 1998), CSA-AL (campeão alagoano em 1996), Remo-PA (campeão brasileiro da Série C em 2005), Figueirense-SC (campeão catarinense em 2002), Sampaio Corrêa-MA, Araçatuba-SP (campeão paulista da Série A-2 em 1994), Vila Nova-GO (campeão brasileiro da Série C em 1996), Goiás-GO.
É autor, com Vinicius Saldanha, do livro "O Rugido do Leão (2006), que narra a campanha do Remo, Campeão Brasileiro em 2005.
(DOL)
Líder de massacre é preso
O coronel da PM Mário Colares Pantoja foi preso ontem no Centro de Recuperação Especial Coronel Anastácio das Neves, que fica em Santa Izabel, nordeste do Pará. Pantoja se apresentou espontaneamente após o juiz da 1ª Vara do Tribunal de Justiça do Pará ter determinado, também na manhã de ontem, a prisão do coronel e do major José Maria Pereira de Oliveira. Ambos foram condenados pela morte de 19 trabalhadores rurais sem-terra em 1996.
Pantoja estava em liberdade por conta de um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF), que permitia que tanto ele quanto o major José Maria recorressem das sentenças em liberdade. Porém, em abril deste ano as condenações transitaram em julgado, fase que não permite mais recursos, e o Tribunal de Justiça do Estado do Pará expediu o mandado de prisão.
Além de Pantoja, o tribunal também expediu mandado de prisão contra o major José Maria Pereira de Oliveira, que ainda não se apresentou ao sistema penitenciário. Segundo o advogado de Oliveira, Arnaldo Gama, o major aguarda a notificação oficial da sua prisão, e avisa que irá recorrer da decisão. "Houve uma decisão do ministro Félix Fischer (do Superior Tribunal de Justiça) que, no nosso entendimento, ainda não foi publicada. Portanto, não há transitado em julgado, e cabe recurso", afirma.
A determinação da prisão imediata partiu do juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça do Pará (TJE), Edmar Pereira, dezesseis anos após o crime que resultou na morte de 19 trabalhadores sem-terra no episódio conhecido como a Chacina de Eldorado de Carajás.
Em novembro de 2004, a Justiça do Pará condenou o coronel Pantoja, responsável pela tropa, a 228 anos de prisão, e o major Oliveira - responsável pela Companhia de Policiamento de Parauapebas - a 158 anos e 4 meses, em regime fechado. Porém, graças a vários recursos que tramitavam no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF), os dois aguardavam o desfecho do julgamento em liberdade.
Em abril, o STF considerou os recursos impetrados pela defesa protelatórios e decidiu que deveria ser mantida, no mérito, a decisão de primeiro grau. Ontem, o juiz Edmar Pereira expediu os mandados de prisão para que a sentença comece a ser cumprida. No despacho, o juiz considerou o "exaurimento das vias recursais perante o superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal" e determinou a reclusão dos réus em regime inicialmente fechado. "Não cabe mais nenhum tipo de recurso. Na área criminal este é um assunto considerado encerrado", afirmou.
O juiz explicou que como os dois réus chegaram a cumprir uma parte da pena, este período deve ser contado para efeito de progressão de regime, ainda assim não será suficiente para garantir que eles não comecem a cumprir a sentença na cadeia em regime fechado.
Ele acrescenta ainda que mesmo eventuais recursos como o da prisão domiciliar concedida a réus maiores de 70 anos (o coronel Pantoja tem 66 anos) deverão ser analisados por meio de via própria futuramente. "E devem ser analisados dentro de um contexto de prerrogativas. Até porque o crime ocorreu antes da lei que criou a prisão domiciliar", afirmou.
Confronto com a polícia na "curva do S"
O confronto com policiais ocorreu no dia 17 de abril de 1996, no quilômetro 96 da rodovia PA-150, local identificado como "curva do S", quando 1,5 mil sem-terra que estavam acampados na região decidiram fazer uma marcha em protesto contra a demora da desapropriação de terras na rodovia PA-150. A Polícia Militar foi encarregada de tirá-los do local. Além de bombas de gás lacrimogêneo, os policiais atiraram contra os manifestantes.
De acordo com os autos, os policiais militares, sob o comando do coronel Mário Pantoja então comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar de Marabá, cercaram os manifestantes e efetuaram vários disparos à queima-roupa. Dezenove sem-terra morreram e outros 70 ficaram feridos.
Condenação pode representar o fim da impunidade no campo
O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Pará, Ulisses Manaças, comemorou a determinação da prisão. "O MST está entusiasmado com a decisão judicial. Mesmo sendo um fato antigo, o massacre é emblemático para o MST e para os direitos humanos", afirmou.
Para Manaças, a prisão do major e do coronel pode representar uma mudança em relação à impunidade no campo. "Por mais que você tenha um quadro que demonstra a dificuldade do Judiciário em atuar, isso dá forças para você ter uma mudança de comportamento que fortalece a luta por justiça e direitos humanos", avaliou.
O advogado do MST, Ney Strozake, também celebra a decisão. "Finalmente foi feita justiça neste caso, com o decreto da prisão ao menos dos comandantes do massacre. Esse decreto era esperado na verdade desde o dia seguinte ao massacre. Infelizmente não há expectativa de novas prisões e seria muito difícil, mas esperamos que as prisões dos comandantes sirvam como exemplo para evitar novos casos", diz Strozake.
Amazônia.
Pantoja estava em liberdade por conta de um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF), que permitia que tanto ele quanto o major José Maria recorressem das sentenças em liberdade. Porém, em abril deste ano as condenações transitaram em julgado, fase que não permite mais recursos, e o Tribunal de Justiça do Estado do Pará expediu o mandado de prisão.
Além de Pantoja, o tribunal também expediu mandado de prisão contra o major José Maria Pereira de Oliveira, que ainda não se apresentou ao sistema penitenciário. Segundo o advogado de Oliveira, Arnaldo Gama, o major aguarda a notificação oficial da sua prisão, e avisa que irá recorrer da decisão. "Houve uma decisão do ministro Félix Fischer (do Superior Tribunal de Justiça) que, no nosso entendimento, ainda não foi publicada. Portanto, não há transitado em julgado, e cabe recurso", afirma.
A determinação da prisão imediata partiu do juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça do Pará (TJE), Edmar Pereira, dezesseis anos após o crime que resultou na morte de 19 trabalhadores sem-terra no episódio conhecido como a Chacina de Eldorado de Carajás.
Em novembro de 2004, a Justiça do Pará condenou o coronel Pantoja, responsável pela tropa, a 228 anos de prisão, e o major Oliveira - responsável pela Companhia de Policiamento de Parauapebas - a 158 anos e 4 meses, em regime fechado. Porém, graças a vários recursos que tramitavam no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF), os dois aguardavam o desfecho do julgamento em liberdade.
Em abril, o STF considerou os recursos impetrados pela defesa protelatórios e decidiu que deveria ser mantida, no mérito, a decisão de primeiro grau. Ontem, o juiz Edmar Pereira expediu os mandados de prisão para que a sentença comece a ser cumprida. No despacho, o juiz considerou o "exaurimento das vias recursais perante o superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal" e determinou a reclusão dos réus em regime inicialmente fechado. "Não cabe mais nenhum tipo de recurso. Na área criminal este é um assunto considerado encerrado", afirmou.
O juiz explicou que como os dois réus chegaram a cumprir uma parte da pena, este período deve ser contado para efeito de progressão de regime, ainda assim não será suficiente para garantir que eles não comecem a cumprir a sentença na cadeia em regime fechado.
Ele acrescenta ainda que mesmo eventuais recursos como o da prisão domiciliar concedida a réus maiores de 70 anos (o coronel Pantoja tem 66 anos) deverão ser analisados por meio de via própria futuramente. "E devem ser analisados dentro de um contexto de prerrogativas. Até porque o crime ocorreu antes da lei que criou a prisão domiciliar", afirmou.
Confronto com a polícia na "curva do S"
O confronto com policiais ocorreu no dia 17 de abril de 1996, no quilômetro 96 da rodovia PA-150, local identificado como "curva do S", quando 1,5 mil sem-terra que estavam acampados na região decidiram fazer uma marcha em protesto contra a demora da desapropriação de terras na rodovia PA-150. A Polícia Militar foi encarregada de tirá-los do local. Além de bombas de gás lacrimogêneo, os policiais atiraram contra os manifestantes.
De acordo com os autos, os policiais militares, sob o comando do coronel Mário Pantoja então comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar de Marabá, cercaram os manifestantes e efetuaram vários disparos à queima-roupa. Dezenove sem-terra morreram e outros 70 ficaram feridos.
Condenação pode representar o fim da impunidade no campo
O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Pará, Ulisses Manaças, comemorou a determinação da prisão. "O MST está entusiasmado com a decisão judicial. Mesmo sendo um fato antigo, o massacre é emblemático para o MST e para os direitos humanos", afirmou.
Para Manaças, a prisão do major e do coronel pode representar uma mudança em relação à impunidade no campo. "Por mais que você tenha um quadro que demonstra a dificuldade do Judiciário em atuar, isso dá forças para você ter uma mudança de comportamento que fortalece a luta por justiça e direitos humanos", avaliou.
O advogado do MST, Ney Strozake, também celebra a decisão. "Finalmente foi feita justiça neste caso, com o decreto da prisão ao menos dos comandantes do massacre. Esse decreto era esperado na verdade desde o dia seguinte ao massacre. Infelizmente não há expectativa de novas prisões e seria muito difícil, mas esperamos que as prisões dos comandantes sirvam como exemplo para evitar novos casos", diz Strozake.
Amazônia.
Mapará em vantagem
Durante a semana os jogadores do Remo falaram muito em pelo menos igualar a disposição do Cametá, para resolver na técnica o jogo de ontem. Mas a derrota por 2 a 1, com o adversário superior durante quase o tempo todo, deixou claro que isso não aconteceu. Apático, o time da capital viu o Mapará abrir vantagem para o segundo jogo, domingo que vem, às 17 horas, novamente no Mangueirão. Na oportunidade, a equipe de Sinomar Naves jogará por um empate para ser campeã. Já o Leão Azul precisa de um triunfo com vantagem de dois gols. Caso vença pela vantagem mínima (1 a 0, 2 a 1, 3 a 2...), a decisão irá para os pênaltis.
Com o retorno do capitão Diego Barros, que cumpriu a suspensão automática, e com o apoio da torcida, que ontem também ficou devendo, o time da capital tentará quebrar o jejum de três anos sem conquistar o título estadual. "Não tem nada perdido. A final está aberta", pregou o técnico Flávio Lopes, logo após o apito final, ainda no gramado do Mangueirão.
Parte dos planos do Remo para a primeira final foi por água abaixo antes mesmo da bola rolar. Um problema clínico tirou de campo o volante Jhonnatan, esteio do quarteto de meio de campo da equipe azulina. Ele voltou a sentir a contusão no tornozelo direito que o tirou dos treinamentos do início da semana e foi vetado pelo Departamento Médico poucas horas antes da partida. Com isso, o Leão ficou sem um de seus pontos fortes: o bom entrosamento da dupla de volantes formada por André e Jhonnatan.
Diante desse contratempo, Flávio Lopes incumbiu o jovem Allan Petterson da marcação pela esquerda e do início das jogadas pelo setor. O prata da casa, no entanto, não deu conta do recado e sucumbiu junto com Aldivan às investidas de Soares, Jáillson e Américo.
E foi por lá que os gols do Cametá foram saindo. O primeiro surgiu depois que o lateral esquerdo Aldivan cometeu falta desnecessária na lateral do campo. Aliás, nesse lance bobo, Aldivan recebeu o cartão amarelo. Após a cobrança de Soares, toda a zaga remista falhou na marcação e permitiu que Gil Cametá saltasse livre de marcação para cabecear no contrapé de Adriano. 1 a 0.
O segundo veio de outra falha de cobertura. Jaílson tabelou com Américo, que cruzou para Rafael Paty, sozinho na pequena área, completar para o gol vazio enquanto Aldivan assistia a tudo da entrada da área. 2 a 0 e desespero nas arquibancadas do Mangueirão.
O lance que poderia ter modificado o panorama do primeiro tempo foi o pênalti, não assinalado pelo árbitro Dewson Fernando Freitas, cometido por Júlio César no meia-atacante Magnum. Independentemente do erro de arbitragem, o Mapará foi melhor no primeiro tempo.
Na segunda etapa, o técnico Flávio Lopes partiu para o desespero. Depois de trocar de lateral direito ainda na etapa inicial - tirou o improdutivo Tiago Cametá e colocou Cássio -, ele sacou o nervoso Allan Petterson para a entrada do atacante Marciano. Com mais presença no ataque, o Remo conseguiu diminuir a vantagem adversária com o belo gol de Reis, aos 13 minutos, mas perdeu a oportunidade de deixar tudo igual no pênalti desperdiçado por Marciano. Penalidade, aliás, muito contestada pelos cametaenses.
Mas poderia ter sido muito pior, caso Rafael Paty e companheiros não tivessem desperdiçado pelo menos três contra-ataques que poderiam ter definido a partida e praticamente selado o título já na noite de ontem. Mas, como disse o treinador remista, a decisão ainda está aberta.
Amazônia.
Com o retorno do capitão Diego Barros, que cumpriu a suspensão automática, e com o apoio da torcida, que ontem também ficou devendo, o time da capital tentará quebrar o jejum de três anos sem conquistar o título estadual. "Não tem nada perdido. A final está aberta", pregou o técnico Flávio Lopes, logo após o apito final, ainda no gramado do Mangueirão.
Parte dos planos do Remo para a primeira final foi por água abaixo antes mesmo da bola rolar. Um problema clínico tirou de campo o volante Jhonnatan, esteio do quarteto de meio de campo da equipe azulina. Ele voltou a sentir a contusão no tornozelo direito que o tirou dos treinamentos do início da semana e foi vetado pelo Departamento Médico poucas horas antes da partida. Com isso, o Leão ficou sem um de seus pontos fortes: o bom entrosamento da dupla de volantes formada por André e Jhonnatan.
Diante desse contratempo, Flávio Lopes incumbiu o jovem Allan Petterson da marcação pela esquerda e do início das jogadas pelo setor. O prata da casa, no entanto, não deu conta do recado e sucumbiu junto com Aldivan às investidas de Soares, Jáillson e Américo.
E foi por lá que os gols do Cametá foram saindo. O primeiro surgiu depois que o lateral esquerdo Aldivan cometeu falta desnecessária na lateral do campo. Aliás, nesse lance bobo, Aldivan recebeu o cartão amarelo. Após a cobrança de Soares, toda a zaga remista falhou na marcação e permitiu que Gil Cametá saltasse livre de marcação para cabecear no contrapé de Adriano. 1 a 0.
O segundo veio de outra falha de cobertura. Jaílson tabelou com Américo, que cruzou para Rafael Paty, sozinho na pequena área, completar para o gol vazio enquanto Aldivan assistia a tudo da entrada da área. 2 a 0 e desespero nas arquibancadas do Mangueirão.
O lance que poderia ter modificado o panorama do primeiro tempo foi o pênalti, não assinalado pelo árbitro Dewson Fernando Freitas, cometido por Júlio César no meia-atacante Magnum. Independentemente do erro de arbitragem, o Mapará foi melhor no primeiro tempo.
Na segunda etapa, o técnico Flávio Lopes partiu para o desespero. Depois de trocar de lateral direito ainda na etapa inicial - tirou o improdutivo Tiago Cametá e colocou Cássio -, ele sacou o nervoso Allan Petterson para a entrada do atacante Marciano. Com mais presença no ataque, o Remo conseguiu diminuir a vantagem adversária com o belo gol de Reis, aos 13 minutos, mas perdeu a oportunidade de deixar tudo igual no pênalti desperdiçado por Marciano. Penalidade, aliás, muito contestada pelos cametaenses.
Mas poderia ter sido muito pior, caso Rafael Paty e companheiros não tivessem desperdiçado pelo menos três contra-ataques que poderiam ter definido a partida e praticamente selado o título já na noite de ontem. Mas, como disse o treinador remista, a decisão ainda está aberta.
Amazônia.
Senado abre processo contra Demóstenes
O Conselho de Ética do Senado decidiu, por unanimidade, pela abertura do processo disciplinar, por quebra de decoro parlamentar, contra o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), que poderá levar a cassação do senador.
Votaram 15 senadores a favor, e o corregedor do Senado e presidente da CPI do Cachoeira, Vital do Rêgo (PMDB-PB).
O relator, senador Humberto Costa (PT-PE) pediu a abertura do processo argumentando que Demóstenes mentiu ao dizer que a relação com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, era apenas de amizade, que sempre militou contra a legalização dos jogos de azar no Brasil e que não recebeu vantagens indevidas do contraventor.
Na próxima quinta-feira, dia 10, serão votadas as convocações para depoimentos ao conselho. Na data, será votada a convocação de Cachoeira para falar aos senadores. O requerimento de convocação do contraventor foi apresentado tanto pela acusação de Demóstenes – o PSOL, quando pela defesa do senador. O relator sugeriu que o depoimento ocorra na quinta-feira seguinte, dia 17.
Blog do Jeso.
Votaram 15 senadores a favor, e o corregedor do Senado e presidente da CPI do Cachoeira, Vital do Rêgo (PMDB-PB).
O relator, senador Humberto Costa (PT-PE) pediu a abertura do processo argumentando que Demóstenes mentiu ao dizer que a relação com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, era apenas de amizade, que sempre militou contra a legalização dos jogos de azar no Brasil e que não recebeu vantagens indevidas do contraventor.
Na próxima quinta-feira, dia 10, serão votadas as convocações para depoimentos ao conselho. Na data, será votada a convocação de Cachoeira para falar aos senadores. O requerimento de convocação do contraventor foi apresentado tanto pela acusação de Demóstenes – o PSOL, quando pela defesa do senador. O relator sugeriu que o depoimento ocorra na quinta-feira seguinte, dia 17.
Blog do Jeso.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
CINEMA
A partir desta sexta-feira (4), os santarenos contarão com mais uma opção de lazer. Após seis anos de fechamento do Cinerama, será inaugurada no Shopping da cidade um novo cinema com capacidade para 138 pessoas, além dos espaço para portadores de deficiência.
A 1ª sessão está marcada para sexta-feira às 17h30 com exibição do infantil ‘Lorax – Em busca da Trúfula Perdida’; nas 2ª e 3ª sessões, respectivamente 19h30 e 21h30, será exibido ‘Fúria de Titãs 2’.
A proposta de implantar uma segunda sala já está em prática. O outro espaço deverá ser composto por 150 poltronas.
O ambiente de alimentação com vendas de pipoca, chocolate e refrigerante será aberto meia hora antes da primeira sessão. E dois dias (segunda e quarta-feira) serão reservados para promoções.
Haverá sessões todos os dias, divididas da seguinte forma: de segunda a sexta-feira a primeira sessão iniciará às 17h30. Aos sábados, domingos e feriados às 15h30. As sessões seguintes dependem da duração do filme.
Serviços
Ingressos
Inteira:R$ 12,00
Meia: R$ 6,00 (Somente para estudantes que apresentarem documento e menores de 14 anos)
Local: Paraíso Shopping Center, localizada na Av. Mendonça Furtado, 3551.
A 1ª sessão está marcada para sexta-feira às 17h30 com exibição do infantil ‘Lorax – Em busca da Trúfula Perdida’; nas 2ª e 3ª sessões, respectivamente 19h30 e 21h30, será exibido ‘Fúria de Titãs 2’.
A proposta de implantar uma segunda sala já está em prática. O outro espaço deverá ser composto por 150 poltronas.
O ambiente de alimentação com vendas de pipoca, chocolate e refrigerante será aberto meia hora antes da primeira sessão. E dois dias (segunda e quarta-feira) serão reservados para promoções.
Haverá sessões todos os dias, divididas da seguinte forma: de segunda a sexta-feira a primeira sessão iniciará às 17h30. Aos sábados, domingos e feriados às 15h30. As sessões seguintes dependem da duração do filme.
Serviços
Ingressos
Inteira:R$ 12,00
Meia: R$ 6,00 (Somente para estudantes que apresentarem documento e menores de 14 anos)
Local: Paraíso Shopping Center, localizada na Av. Mendonça Furtado, 3551.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Messi coloca mais três recordes na sua coleção. Veja a lista
Lionel Messi não cansa de bater recordes. Nesta quarta-feira, com os três gols anotados diante do Málaga, pelo Campeonato Espanhol , o argentino alcançou três marcas de uma só vez. O jogador do Barcelona totalizou 68 gols na temporada e superou o lendário atacante alemão Gerd Müller . Em 1972/73, Müller anotou 67 tentos e era, até então, o maior artilheiro em uma única temporada no futebol europeu.
Messi também se igualou ao rival Cristiano Ronaldo e agora ambos são os únicos jogadores a marcarem sete "hat-tricks" (três gols em um só jogo) numa mesma temporada pela liga espanhola. Além disso, os gols desta quarta-feira no Camp Nou levaram o argentino a 162 no torneio nacional, superando em um gol David Villa, também do Barça, como o maior artilheiro ainda em atividade do campeonato.
O jogador de apenas 24 anos de idade colocou esses três recordes na sua vasta coleção de marcas batidas. Veja abaixo outros feitos que têm a assinatura de Messi:
- 1º atleta de futebol masculino a ser eleito o melhor do mundo por três vezes seguidas pela Fifa - 2009, 2010 e 2011). Ele se igualou também a Ronaldo e Zidane como únicos tricampeões do prêmio.
Contra o Milan, se tornou o atleta mais jovem a alcançar a marca de 50 gols na Champions
- Aos 24 anos de idade, Messi se transformou no atleta mais jovem a alcançar a marca dos 50 gols na Liga dos Campeões. O feito aconteceu contra o Milan, nas quartas de final da edição deste ano.
- Com 26 gols, é o maior artilheiro da história em fase de mata-mata da Liga dos Campeões.
- Se tornou o jogador mais jovem do Barcelona a atingir 200 jogos pelo Campeonato Espanhol, também com 24 anos. O detentor do recorde anterior era o meio-campista Xavi, que chegou à marca com 25 anos de idade.
- Com os atuais 46 gols anotados no Campeonato Espanhol, Messi já é o maior artilheiro em uma única edição do torneio, superando os 40 gols que Cristiano Ronaldo fez na temporada passada
- Messi é o primeiro jogador visitante a marcar gols em quatro jogos consecutivos em partidas disputadas no Santiago Bernabéu, estádio do arquirrival Real Madrid.
- Se tornou o maior artilheiro da história do Barcelona em jogos oficiais, ultrapassando César Rodríguez, que tinha 232 gols.
- Primeiro jogador a marcar cinco gols em um único jogo na Liga dos Campeões. Foi nas oitavas de final da edição deste ano, contra o Bayer Leverkusen ( LEIA MAIS )
- Messi é o único jogador que já marcou quatro gols ou mais em mais de um jogo na Champions.
- Com os três "hat-tricks" desta temporada, o argentino se igualou ao inglês Michael Owen e ao italiano Inzaghi como únicos jogadores a alcançarem o feito em uma única edição da Liga dos Campeões.
- Se igualou a Mazzola como maior artilheiro de uma única edição da Champions, com 14 gols. O brasileiro anotou os tentos na temporada 1962/63, defendendo as cores do Milan.
- Se Mario Gomez não fizer três gols na decisão da atual edição da Liga dos Campeões contra o Chelsea, Messi vai se tornar o primeiro jogador a ser artilheiro do torneio por quatro vezes
R7.
Messi também se igualou ao rival Cristiano Ronaldo e agora ambos são os únicos jogadores a marcarem sete "hat-tricks" (três gols em um só jogo) numa mesma temporada pela liga espanhola. Além disso, os gols desta quarta-feira no Camp Nou levaram o argentino a 162 no torneio nacional, superando em um gol David Villa, também do Barça, como o maior artilheiro ainda em atividade do campeonato.
O jogador de apenas 24 anos de idade colocou esses três recordes na sua vasta coleção de marcas batidas. Veja abaixo outros feitos que têm a assinatura de Messi:
- 1º atleta de futebol masculino a ser eleito o melhor do mundo por três vezes seguidas pela Fifa - 2009, 2010 e 2011). Ele se igualou também a Ronaldo e Zidane como únicos tricampeões do prêmio.
Contra o Milan, se tornou o atleta mais jovem a alcançar a marca de 50 gols na Champions
- Aos 24 anos de idade, Messi se transformou no atleta mais jovem a alcançar a marca dos 50 gols na Liga dos Campeões. O feito aconteceu contra o Milan, nas quartas de final da edição deste ano.
- Com 26 gols, é o maior artilheiro da história em fase de mata-mata da Liga dos Campeões.
- Se tornou o jogador mais jovem do Barcelona a atingir 200 jogos pelo Campeonato Espanhol, também com 24 anos. O detentor do recorde anterior era o meio-campista Xavi, que chegou à marca com 25 anos de idade.
- Com os atuais 46 gols anotados no Campeonato Espanhol, Messi já é o maior artilheiro em uma única edição do torneio, superando os 40 gols que Cristiano Ronaldo fez na temporada passada
- Messi é o primeiro jogador visitante a marcar gols em quatro jogos consecutivos em partidas disputadas no Santiago Bernabéu, estádio do arquirrival Real Madrid.
- Se tornou o maior artilheiro da história do Barcelona em jogos oficiais, ultrapassando César Rodríguez, que tinha 232 gols.
- Primeiro jogador a marcar cinco gols em um único jogo na Liga dos Campeões. Foi nas oitavas de final da edição deste ano, contra o Bayer Leverkusen ( LEIA MAIS )
- Messi é o único jogador que já marcou quatro gols ou mais em mais de um jogo na Champions.
- Com os três "hat-tricks" desta temporada, o argentino se igualou ao inglês Michael Owen e ao italiano Inzaghi como únicos jogadores a alcançarem o feito em uma única edição da Liga dos Campeões.
- Se igualou a Mazzola como maior artilheiro de uma única edição da Champions, com 14 gols. O brasileiro anotou os tentos na temporada 1962/63, defendendo as cores do Milan.
- Se Mario Gomez não fizer três gols na decisão da atual edição da Liga dos Campeões contra o Chelsea, Messi vai se tornar o primeiro jogador a ser artilheiro do torneio por quatro vezes
R7.
Toquinho ironiza provocações de rival: “Está com medo”
Em New Jersey, onde fará uma das lutas do card principal da terceira edição do UFC on Fox neste sábado (5), Rousimar “Toquinho” cumpre o cronograma de divulgação do evento e percebe, pelo aumento do assédio dos jornalistas, que sua popularidade cresceu.
Em parte pela grande projeção desta edição, claro, assim como pelas suas recentes vitórias, mas, também, pelo falatório protagonizado pelo rival, que garante estar pronto para as temidas chaves de pé, calcanhar e joelho do brasileiro.
- Quando eles começam a falar muito, eu acho que é porque eles estão preocupados, com medo.
Assim o atleta de poucas palavras resumiu aos jornalistas na coletiva de imprensa toda a pressão e provocação do rival, que terá a dura missão de parar seu justo jogo de finalizações no chão, apontado pelos especialistas como o mais perigoso do MMA atual.
A justificativa para tanto temor de enfrentar Toquinho é simples, e foi explicada pelo treinador Murilo Bustamante na mesma coletiva.
- Toda posição de finalização que ele faz é bem justa. Então, quando ele pega uma posição, as pessoas têm que desistir em um ou dois segundos.
R7.
Em parte pela grande projeção desta edição, claro, assim como pelas suas recentes vitórias, mas, também, pelo falatório protagonizado pelo rival, que garante estar pronto para as temidas chaves de pé, calcanhar e joelho do brasileiro.
- Quando eles começam a falar muito, eu acho que é porque eles estão preocupados, com medo.
Assim o atleta de poucas palavras resumiu aos jornalistas na coletiva de imprensa toda a pressão e provocação do rival, que terá a dura missão de parar seu justo jogo de finalizações no chão, apontado pelos especialistas como o mais perigoso do MMA atual.
A justificativa para tanto temor de enfrentar Toquinho é simples, e foi explicada pelo treinador Murilo Bustamante na mesma coletiva.
- Toda posição de finalização que ele faz é bem justa. Então, quando ele pega uma posição, as pessoas têm que desistir em um ou dois segundos.
R7.
Manifestação do elenco vascaíno é valorizada por Cristóvão Borges
Os xingamentos direcionados ao técnico Cristóvão Borges na última quarta-feira fizeram o elenco vascaíno permanecer dentro de campo para esperar o seu comandante na saída para os vestiários. A atitude não cessou as vaias da torcida, mas deixou o treinador contente com a manifestação pública de apoio ao seu trabalho.
O técnico lembrou que a união apresentada pelo grupo de jogadores vem desde a internação de Ricardo Gomes, após os problemas clínicos apresentados em 2011. Para Cristóvão, a coletividade dos atletas após os resultados ruins que foram obtidos neste ano reforçam a força que o Cruz-Maltino possui nos bastidores da equipe.
“É bacana, porque é uma manifestação explicita e todo de apoio, mas a gente não tem a preocupação de externar isso. Nossa relação é boa, independente das situações que a gente passou nesse tempo. Isso é muito legal e demonstra que a gente está fazendo as coisas da melhor maneira possível, não só quando estamos na boa, mas quando enfrentamos dificuldades também”, avaliou o comandante do clube carioca.
Apesar da vitória por 2 a 1 sobre o Lanús, a torcida do Vasco não aprovou o rendimento do time e sofreu com a série de chances criadas pela equipe argentina no ataque. As principais críticas dos torcedores abordavam as substituições feitas por Cristóvão ao longo do jogo e o fraco rendimento do sistema defensivo do Cruz-Maltino.
Sem contar com Dedé em campo, o time viu Renato Silva e Rodolfo cometerem diversas falhas individuais, deixando os atletas adversários com espaço na criação de jogadas. Apesar de ainda não ter voltado a treinar, a expectativa da comissão técnica é de que o defensor, apelidado de Mito pelos fãs do clubes, possa reunir condições físicas nesta semana e estar em campo na próxima quarta-feira, quando o time enfrentará o mesmo Lanús em Buenos Aires.
R7.
O técnico lembrou que a união apresentada pelo grupo de jogadores vem desde a internação de Ricardo Gomes, após os problemas clínicos apresentados em 2011. Para Cristóvão, a coletividade dos atletas após os resultados ruins que foram obtidos neste ano reforçam a força que o Cruz-Maltino possui nos bastidores da equipe.
“É bacana, porque é uma manifestação explicita e todo de apoio, mas a gente não tem a preocupação de externar isso. Nossa relação é boa, independente das situações que a gente passou nesse tempo. Isso é muito legal e demonstra que a gente está fazendo as coisas da melhor maneira possível, não só quando estamos na boa, mas quando enfrentamos dificuldades também”, avaliou o comandante do clube carioca.
Apesar da vitória por 2 a 1 sobre o Lanús, a torcida do Vasco não aprovou o rendimento do time e sofreu com a série de chances criadas pela equipe argentina no ataque. As principais críticas dos torcedores abordavam as substituições feitas por Cristóvão ao longo do jogo e o fraco rendimento do sistema defensivo do Cruz-Maltino.
Sem contar com Dedé em campo, o time viu Renato Silva e Rodolfo cometerem diversas falhas individuais, deixando os atletas adversários com espaço na criação de jogadas. Apesar de ainda não ter voltado a treinar, a expectativa da comissão técnica é de que o defensor, apelidado de Mito pelos fãs do clubes, possa reunir condições físicas nesta semana e estar em campo na próxima quarta-feira, quando o time enfrentará o mesmo Lanús em Buenos Aires.
R7.
Acabou a utopia vascaína. A vitória diante do Lanús não foi a mais vaiada da Libertadores por acaso. Não há mais paciência para esperar por Ricardo Gomes…
Foi bonito enquanto durou.
Mas o projeto Ricardo Gomes/Cristóvão está perto do fim.
Depois da vitória diante do Lanús ontem, a torcida vaiava, revoltada.
A insegurança que domina o time passou para os torcedores.
De nada adiantou Diego Souza ter alguns segundos de Pelé.
E marcar um gol antológico, com direito a chapéu e tudo.
Os torcedores deixaram São Januário apavorados.
Sabem que a vantagem por 2 a 1 ficou pequena.
Basta aos argentinos uma vitória simples por 1 a 0 e adeus Libertadores.
Como o time já deu ao Carioca, perdendo para o Botafogo.
Ricardo Gomes teve um grave AVC há oito meses.
Desde então, Dinamite tem mantido Cristóvão no cargo.
Os jogadores se uniram por ele.
Juninho Pernambucano e Felipe deram toda sua rodagem e experiência para manter o rumo do time.
O Vasco se superou.
Já havia vencido a Copa do Brasil.
Sem Ricardo Gomes foi vice do Brasileiro, brigando com o Corinthians até a última rodada.
Ficou em terceiro na Copa Sul-Americana.
O técnico não se recuperou.
E a situação perdurou.
Só que Cristóvão começou a perde o fôlego.
Com a terrível contribuição da diretoria, é claro.
Os atrasos nos salários começaram a pesar.
Mas dentro do campo, o Vasco não se reciclou.
Continuou um time preso a um esquema mais do que conhecido.
Equipe talentosa, mas lenta e vulnerável.
Seu toque de bola ficou decorado pelos adversários.
Não foi por acaso que caiu no Rio.
O que acaba de acontecer em São Januário foi emblemático.
Cristóvão colocou sua equipe de forma franca demais para enfrentar o Lanús.
Como se não conhecesse o adversário.
Só tinha um volante de marcação, Rômulo.
O resto do time do meio para a frente era para dar espetáculo.
Juninho Pernambucano, Felipe, Diego Souza, Éder Luiz e, vá lá ..., Alecsandro.
Gabriel Schürrer montou sua equipe para marcar forte e contragolpear em velocidade.
Como todos adversários vascaínos fazem.
O talento se impôs diante da lógica no primeiro tempo.
Alecsandro e Diego Souza mostraram seus potenciais para marcar.
O atacante desengonçado de coxa.
E o meia depois de um chapéu maravilhoso em Braghieri e marcou.
Se não pegasse mal, o zagueiro teria pedido autógrafo a Diego Souza.
Vontade não faltou a ele e aos eufóricos torcedores.
Embora o Lanús tenha criado e perdido chances importantes, os torcedores aplaudiram o time assim que acabou o primeiro tempo.
A vantagem por 2 a 0 era interessante.
O desejo era que ficasse maior na etapa final.
Mas o que esperava a todos era a decepção.
O Vasco voltou da mesma forma.
Só que seus veteranos jogadores cansaram.
O Lanús precisava descontar e adiantou seu meio de campo.
A troca de bola ficou mais objetiva, explorando a frágil marcação brasileira.
E foi assim que marcou, com Regueiro, aos 17 minutos.
Após o gol, a reação de Cristóvão foi imediata.
Trocou o toque refinado de Felipe pela limitação de Fellipe Bastos.
A torcida não o perdoou.
E começou a chamá-lo de burro.
O time carioca perdeu o rumo.
Os argentinos perceberam o momento ruim do adversário.
E massacraram o Vasco.
Graças a Fernando Prass, à falta de pontaria e ao Cristo Redentor que o Lanús não empatou.
Ao final partida, o coro de burro a Cristóvão foi ensurdecedor.
Os jogadores esperaram o treinador e fizeram questão de ir embora com ele.
A cena foi linda.
Mostrou união.
Mas os dirigentes estão enxergando além.
O Vasco não pode esperar mais por Ricardo Gomes.
Precisa de um treinador mais vivido do que Cristóvão.
O clube voltou a disputar a Libertadores depois de 11 anos.
Mas a utopia começa a acabar.
O Vasco tem um elenco que pode ir além.
Só falta orientação.
Cristóvão ainda é um excelente auxiliar.
Todos percebem.
Os torcedores em São Januário não deixaram dúvida sobre isso.
Acabou a paciência.
Poucas vezes uma vitória foi tão vaiada na história da Libertadores.
Cosme Rímoli
Mas o projeto Ricardo Gomes/Cristóvão está perto do fim.
Depois da vitória diante do Lanús ontem, a torcida vaiava, revoltada.
A insegurança que domina o time passou para os torcedores.
De nada adiantou Diego Souza ter alguns segundos de Pelé.
E marcar um gol antológico, com direito a chapéu e tudo.
Os torcedores deixaram São Januário apavorados.
Sabem que a vantagem por 2 a 1 ficou pequena.
Basta aos argentinos uma vitória simples por 1 a 0 e adeus Libertadores.
Como o time já deu ao Carioca, perdendo para o Botafogo.
Ricardo Gomes teve um grave AVC há oito meses.
Desde então, Dinamite tem mantido Cristóvão no cargo.
Os jogadores se uniram por ele.
Juninho Pernambucano e Felipe deram toda sua rodagem e experiência para manter o rumo do time.
O Vasco se superou.
Já havia vencido a Copa do Brasil.
Sem Ricardo Gomes foi vice do Brasileiro, brigando com o Corinthians até a última rodada.
Ficou em terceiro na Copa Sul-Americana.
O técnico não se recuperou.
E a situação perdurou.
Só que Cristóvão começou a perde o fôlego.
Com a terrível contribuição da diretoria, é claro.
Os atrasos nos salários começaram a pesar.
Mas dentro do campo, o Vasco não se reciclou.
Continuou um time preso a um esquema mais do que conhecido.
Equipe talentosa, mas lenta e vulnerável.
Seu toque de bola ficou decorado pelos adversários.
Não foi por acaso que caiu no Rio.
O que acaba de acontecer em São Januário foi emblemático.
Cristóvão colocou sua equipe de forma franca demais para enfrentar o Lanús.
Como se não conhecesse o adversário.
Só tinha um volante de marcação, Rômulo.
O resto do time do meio para a frente era para dar espetáculo.
Juninho Pernambucano, Felipe, Diego Souza, Éder Luiz e, vá lá ..., Alecsandro.
Gabriel Schürrer montou sua equipe para marcar forte e contragolpear em velocidade.
Como todos adversários vascaínos fazem.
O talento se impôs diante da lógica no primeiro tempo.
Alecsandro e Diego Souza mostraram seus potenciais para marcar.
O atacante desengonçado de coxa.
E o meia depois de um chapéu maravilhoso em Braghieri e marcou.
Se não pegasse mal, o zagueiro teria pedido autógrafo a Diego Souza.
Vontade não faltou a ele e aos eufóricos torcedores.
Embora o Lanús tenha criado e perdido chances importantes, os torcedores aplaudiram o time assim que acabou o primeiro tempo.
A vantagem por 2 a 0 era interessante.
O desejo era que ficasse maior na etapa final.
Mas o que esperava a todos era a decepção.
O Vasco voltou da mesma forma.
Só que seus veteranos jogadores cansaram.
O Lanús precisava descontar e adiantou seu meio de campo.
A troca de bola ficou mais objetiva, explorando a frágil marcação brasileira.
E foi assim que marcou, com Regueiro, aos 17 minutos.
Após o gol, a reação de Cristóvão foi imediata.
Trocou o toque refinado de Felipe pela limitação de Fellipe Bastos.
A torcida não o perdoou.
E começou a chamá-lo de burro.
O time carioca perdeu o rumo.
Os argentinos perceberam o momento ruim do adversário.
E massacraram o Vasco.
Graças a Fernando Prass, à falta de pontaria e ao Cristo Redentor que o Lanús não empatou.
Ao final partida, o coro de burro a Cristóvão foi ensurdecedor.
Os jogadores esperaram o treinador e fizeram questão de ir embora com ele.
A cena foi linda.
Mostrou união.
Mas os dirigentes estão enxergando além.
O Vasco não pode esperar mais por Ricardo Gomes.
Precisa de um treinador mais vivido do que Cristóvão.
O clube voltou a disputar a Libertadores depois de 11 anos.
Mas a utopia começa a acabar.
O Vasco tem um elenco que pode ir além.
Só falta orientação.
Cristóvão ainda é um excelente auxiliar.
Todos percebem.
Os torcedores em São Januário não deixaram dúvida sobre isso.
Acabou a paciência.
Poucas vezes uma vitória foi tão vaiada na história da Libertadores.
Cosme Rímoli
Ministro defende mais vagas em medicina
O ministro Aloizio Mercadante (Educação) voltou a defender nesta quinta-feira a ampliação de vagas em cursos de medicina no país.
A intenção é lançar neste ano um programa para aumentar a formação de novos profissionais da área.
“O Brasil tem 1,8 médicos para cada 1000 habitantes. Estamos muito abaixo da Argentina, Uruguai, dos países da Europa, da OCDE e nós precisamos, a médio prazo, aumentar a oferta de médicos pra chegar a um patamar em 2020 a 2,5 médicos por 1000 habitantes”, disse o ministro após participar de cerimônia no Palácio do Planalto.
Segundo o ministro, o aumento das vagas ocorrerá em universidades federais e estaduais e em “boas universidades particulares que têm nível de excelência”.
Blog do Jeso.
A intenção é lançar neste ano um programa para aumentar a formação de novos profissionais da área.
“O Brasil tem 1,8 médicos para cada 1000 habitantes. Estamos muito abaixo da Argentina, Uruguai, dos países da Europa, da OCDE e nós precisamos, a médio prazo, aumentar a oferta de médicos pra chegar a um patamar em 2020 a 2,5 médicos por 1000 habitantes”, disse o ministro após participar de cerimônia no Palácio do Planalto.
Segundo o ministro, o aumento das vagas ocorrerá em universidades federais e estaduais e em “boas universidades particulares que têm nível de excelência”.
Blog do Jeso.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Lyoto Machida volta ao octógono do UFC diante do americano Ryan Bader
O dragão paraense, Lyoto Machida, vai voltar ao ocotógono no mês de agosto! O meio-pesado enfrentará o americano Ryan Bader no evento do Ultimate que será realizado no dia 4 de agosto, em Los Angeles.
'É verdade. A luta está marcada há um mês já - disse a fonte, que pediu para não ser identificada'.
Lyoto, de 33 anos, não luta desde dezembro do ano passado, quando perdeu para o campeão de sua categoria, Jon Jones, no Canadá. Ele tem um total de 17 vitórias e três derrotas na carreira. As três, por sinal, em seus últimos quatro combates. Recentemente, o lutador radicado no Pará havia reclamado da indefinição em torno da data de seu retorno por meio do Twitter.
Bader, por sua vez, tem 28 anos e venceu o veterano Quinton Rampage Jackson em fevereiro, pelo UFC 144, na sua última aparição. Ele tem um cartel de 14 triunfos e duas derrotas.
Portal ORM
'É verdade. A luta está marcada há um mês já - disse a fonte, que pediu para não ser identificada'.
Lyoto, de 33 anos, não luta desde dezembro do ano passado, quando perdeu para o campeão de sua categoria, Jon Jones, no Canadá. Ele tem um total de 17 vitórias e três derrotas na carreira. As três, por sinal, em seus últimos quatro combates. Recentemente, o lutador radicado no Pará havia reclamado da indefinição em torno da data de seu retorno por meio do Twitter.
Bader, por sua vez, tem 28 anos e venceu o veterano Quinton Rampage Jackson em fevereiro, pelo UFC 144, na sua última aparição. Ele tem um cartel de 14 triunfos e duas derrotas.
Portal ORM
Dia 5 é o dia D para vacinar contra a gripe
No próximo sábado, 5, mais 784 mil paraenses devem participar do “Dia D” de vacinação contra a gripe em todo o Estado. A campanha é direcionada a idosos, gestantes, crianças de 6 meses a dois anos de idade, indígenas e profissionais da saúde. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), mais de um milhão de doses serão distribuídas para sete mil postos de vacinação. Até o final da campanha, no próximo dia 25, 981.085 pessoas devem ser imunizadas contra a gripe. A vacina é trivalente, ou seja, protege contra três tipos de vírus, inclusive contra o Influenza H1N1 (causador da Gripe A ou gripe suína como também ficou conhecida), que, no ano passado, provocou a morte de 53 pessoas no Brasil. Este ano, três casos da doença foram registrados no Pará, sendo que dois destes somente em Belém.
Esta será a 14ª edição da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. A estimativa é vacinar pelo menos 80% da população alvo (784.868 pessoas), que está mais vulnerável a gripe. As doses estarão disponíveis em todos os postos de saúde que deverão funcionar no sábado – Dia D – das 8 h até às 17 h. Em todo país, mais de 24 milhões de brasileiros devem se imunizar. A Sespa chama atenção para as mulheres grávidas, que no ano passado representaram o menor grupo que procurou se imunizar contra a gripe, doença que pode trazer sérias complicações se não for tratada com cuidado.
DOL.
Esta será a 14ª edição da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. A estimativa é vacinar pelo menos 80% da população alvo (784.868 pessoas), que está mais vulnerável a gripe. As doses estarão disponíveis em todos os postos de saúde que deverão funcionar no sábado – Dia D – das 8 h até às 17 h. Em todo país, mais de 24 milhões de brasileiros devem se imunizar. A Sespa chama atenção para as mulheres grávidas, que no ano passado representaram o menor grupo que procurou se imunizar contra a gripe, doença que pode trazer sérias complicações se não for tratada com cuidado.
DOL.
Segundo IFFHS, Barça segue na ponta e Vasco é o melhor brasileiro
Por Agência de notícias e GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro
O Barcelona é o melhor clube do mundo, segundo a Federação Internacional de História e Estatística do Futebol, que em sua relação de abril trouxe como novidade o Vasco da Gama na décima colocação. A IFFHS destaca que a equipe espanhola, ainda treinada por, Josep Guardiola, detém o recorde absoluto do ranking mundial após liderá-lo em 44 ocasiões desde 1991, quando a relação começou a ser feita.
Já o Vasco, recém-eliminado do Campeonato Carioca, pulou três posições na lista e entrou no grupo dos dez primeiros, passando inclusive o Santos, que caiu de sexto para 12º.
No que diz respeito ao cômputo mensal, a liderança de abril correspondente ao Chelsea (7º), que alcançou a final da Liga dos Campeões ao eliminar justamente o Barcelona.
Completam as cinco primeiras posições, respectivamente, Real Madrid (ESP), Universidad de Chile (CHI), Bayern de Munique (ALE) e Atlético de Madrid (ESP). Entre os brasileiros, além de Vasco e Santos, outras quatro equipes ocupam postos entre os cem melhores: Fluminense (40º), Corinthians (44º), Internacional (45º) e Flamengo (65º).
Rio de Janeiro
O Barcelona é o melhor clube do mundo, segundo a Federação Internacional de História e Estatística do Futebol, que em sua relação de abril trouxe como novidade o Vasco da Gama na décima colocação. A IFFHS destaca que a equipe espanhola, ainda treinada por, Josep Guardiola, detém o recorde absoluto do ranking mundial após liderá-lo em 44 ocasiões desde 1991, quando a relação começou a ser feita.
Já o Vasco, recém-eliminado do Campeonato Carioca, pulou três posições na lista e entrou no grupo dos dez primeiros, passando inclusive o Santos, que caiu de sexto para 12º.
No que diz respeito ao cômputo mensal, a liderança de abril correspondente ao Chelsea (7º), que alcançou a final da Liga dos Campeões ao eliminar justamente o Barcelona.
Completam as cinco primeiras posições, respectivamente, Real Madrid (ESP), Universidad de Chile (CHI), Bayern de Munique (ALE) e Atlético de Madrid (ESP). Entre os brasileiros, além de Vasco e Santos, outras quatro equipes ocupam postos entre os cem melhores: Fluminense (40º), Corinthians (44º), Internacional (45º) e Flamengo (65º).
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