“É evidente que se trata de uma estratégia para desarticulação do movimento pró-Tapajós. Em toda eleição, os políticos fazem promessas e, nesse caso, o plebiscito é o alvo. Passado o plebiscito, eles voltam a esquecer da região. A oportunidade é única para emancipar a região. O inimigo número 1 contra a criação do Estado de Tapajós, Flexa Ribeiro, acompanhou a comitiva do governador. Zenaldo Coutinho, o número 2 contra a criação de Tapajós, está como assessor de Jatene. Claro que o ato é político e o governador não quer que o Estado se divida. Flexa Ribeiro acompanhou a comitiva do governador numa clara alusão do governo do Pará estar contra. Jatene faz a política do "Pão e Circo". Será que a população vai cair nessa?
Quarto Poder.
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