Vai começar
Está chegando a hora da estreia dos clubes paraenses no Campeonato Brasileiro das Séries C e D. Para uns, como Paissandu e Águia, é a chance de subir e ficar num patamar digno e condizente com a real capacidade do futebol daqui. A Série B é compatível.
Contratações
O clube bicolor abriu os cofres. Trouxe um caminhão de jogadores, cuja qualidade técnica da maioria é desconhecida. Quem contrata 20, tem vinte chances de errar, é claro. O presidente já afirmou que se esses não derem certo, outros serão contratados.
Marabá
De Marabá, sabe-se que o Águia também não economizou. E entre os contratados, Mendes se destaca. É artilheiro nato, cujo único pecado foi a perda do pênalti na decisão. Se fechar com Aldivan será outro gol a favor. Prenúncio de boa campanha. Tomara!
Novato
Para o Independente, a experiência é nova. Embalado pela conquista inédita do título regional, o time de Tucuruí não se estruturou, mas aposta na ajuda da Prefeitura e no apoio da torcida. O lado financeiro pode atrapalhar. O time ainda é uma incógnita.
Desordem
Finalmente, o São Raimundo é o quarto representante. Problemas políticos atrapalharam a organização pré-competição do clube da Pérola do Tapajós. O clube estreia na Série C sem poder usar seu próprio estádio. Mudou o comando técnico e navega na incerteza.
Avaliação
Sendo assim, as perspectivas de sucesso dos quatro representantes podem ser mensuradas pela metade. Ou seja, os dois da série C têm chances de subir, mas os da Série D devem permanecer por lá. A não ser que haja uma reviravolta na organização.
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